Hoje o dia foi muito produtivo. Fizemos o nosso workshop de preparação para cerimônia de apresentação de gala dos nossos projetos junto à cúpula da empresa, que será realizada amanhã... adrenalina pura. Nem vimos o dia passar.
À noite, exausta, tomei um banho e telefonei para casa. Aparentemente tudo certo, até que meu marido me disse que o meu Daemon foi envenenado e morto. Como assim? Mataram o Ariel, o gatinho do meu filho!!! Chegou a me doer a boca do estômago, não apenas pelo fato em si, mas por tudo o que e este fato representa. Envenenar um animalzinho indefeso é muita crueldade. Sem contar que existe uma criança na história, o Arthur. Será que a criatura morfética que envenenou o Ariel parou para pensar que a criança poderá até ficar doente por conta da morte do seu animalzinho de estimação? O que leva uma criatura a possuir requintes de crueldade em suas atitudes? Quem seria capaz de fazer tamanha crueldade? O mais difícil é ter a certeza de que o inimigo mora literalmente ao lado. É saber que alguém que esbarra comigo a caminho da vila onde eu moro, que me deseja “bom dia, boa tarde ou boa noite”, pode ser o psicopata responsável pela autoria de tamanha judiação. Tudo isso e muito mais se passou pela minha cabeça numa fração de segundos... e em seguida caí num choro, um choro de profundo desespero. E chorei, chorei, chorei, até ficar sem forças. Neste momento, senti como se estivesse aliviando o desespero de uma vida inteira. Esvaziei. Acho que a morte do Ariel foi a gota que transbordou o meu balde. Por um momento cheguei a pensar no quanto fragilizada emocionalmente eu estava, pois dado o estado em que eu fiquei, nem eu mesma acreditei. Mas depois, analisando friamente, talvez esta crise de choro tenha sido minha carta de alforria emocional. Talvez eu tenha deixado de lado minha carapaça de “mulher maravilha” e extravasado verdadeiramente minhas emoções e sentimentos, sem qualquer pudor, sem a menor obrigação de ser ou de parecer forte. Acho que foi na verdade uma atitude de coragem diante de mim mesma, um enfrentamento. Fim da agonia.
À noite, exausta, tomei um banho e telefonei para casa. Aparentemente tudo certo, até que meu marido me disse que o meu Daemon foi envenenado e morto. Como assim? Mataram o Ariel, o gatinho do meu filho!!! Chegou a me doer a boca do estômago, não apenas pelo fato em si, mas por tudo o que e este fato representa. Envenenar um animalzinho indefeso é muita crueldade. Sem contar que existe uma criança na história, o Arthur. Será que a criatura morfética que envenenou o Ariel parou para pensar que a criança poderá até ficar doente por conta da morte do seu animalzinho de estimação? O que leva uma criatura a possuir requintes de crueldade em suas atitudes? Quem seria capaz de fazer tamanha crueldade? O mais difícil é ter a certeza de que o inimigo mora literalmente ao lado. É saber que alguém que esbarra comigo a caminho da vila onde eu moro, que me deseja “bom dia, boa tarde ou boa noite”, pode ser o psicopata responsável pela autoria de tamanha judiação. Tudo isso e muito mais se passou pela minha cabeça numa fração de segundos... e em seguida caí num choro, um choro de profundo desespero. E chorei, chorei, chorei, até ficar sem forças. Neste momento, senti como se estivesse aliviando o desespero de uma vida inteira. Esvaziei. Acho que a morte do Ariel foi a gota que transbordou o meu balde. Por um momento cheguei a pensar no quanto fragilizada emocionalmente eu estava, pois dado o estado em que eu fiquei, nem eu mesma acreditei. Mas depois, analisando friamente, talvez esta crise de choro tenha sido minha carta de alforria emocional. Talvez eu tenha deixado de lado minha carapaça de “mulher maravilha” e extravasado verdadeiramente minhas emoções e sentimentos, sem qualquer pudor, sem a menor obrigação de ser ou de parecer forte. Acho que foi na verdade uma atitude de coragem diante de mim mesma, um enfrentamento. Fim da agonia.
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